Polícia identifica homem que matou 5 pessoas em Orlando

O atirador se chama John Robert Neumann Jr., um homem branco de 45 anos que morava sozinho e era veterano de guerra.

 

Um homem, ex-funcionário de uma empresa de Orlando, foi ao local onde trabalhou e matou cinco pessoas antes de cometer suicídio nesta segunda-feira (5) – relatou Jerry Demmings, sheriff do Orange County, na Flórida.

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O agressor foi identificado pela Polícia como John Robert Neumann Jr., um homem branco de 45 anos que morava sozinho e era veterano de guerra. Ele deu baixa nas Forças Armadas em 1999.

“O indivíduo, de 45 anos, era um ex-funcionário dessa empresa que foi demitido em abril”, declarou Demmings em entrevista coletiva, descartando, por enquanto, qualquer ligação com o terrorismo.

“Não temos pistas que indiquem que o sujeito fazia parte de alguma organização terrorista”, afirmou, acrescentando que “provavelmente foi um incidente violento em local de trabalho”.

O FBI está ajudando na investigação, mas até o momento as evidências apontam para um “agressor solitário”.

“Nada indicava que o agressor fosse agir hoje. Apenas podemos pedir às pessoas que notifiquem as forças da ordem diante de qualquer atividade suspeita”, afirmou Demings.

Neumann estava armado com uma pistola, uma faca de caça e outra menor, mas cometeu os ataques com uma arma de fogo.

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Ele se suicidou depois do tiroteio, por volta das 8h, no momento em que as autoridades respondiam às múltiplas chamadas de emergência. Oito pessoas sobreviveram ao ataque sem ferimentos, declarou a Polícia.

Segundo balanço oficial, três homens e uma mulher foram mortos a tiros na Fiamma Inc, uma empresa de artigos para motorhomes localizada em uma área industrial da Forsyth Road, perto da Universidade Full Sail, ao leste de Orlando.

Outro homem morreu no hospital.

Em junho de 2014, a Polícia foi chamada a esse mesmo local, porque o homem responsável pelo tiroteio nesta segunda havia agredido um outro empregado. Nenhuma acusação chegou a ser registrada contra ele.

O atirador tinha pequenas condenações por posse de maconha e delitos de violência.

Shelley Adams, que mora na área, contou à imprensa que recebeu uma ligação da irmã, Sheyla McIntyre, direto da cena do crime.

“Estou bem, estou bem”, tranquilizou a irmã, mas “meu chefe está morto”.

Em junho de 2016, a cidade de Orlando foi palco de um tiroteio na boate gay Pulse, que deixou 49 mortos e dezenas de feridos.

Omar Mateen, o cidadão americano de origem afegã que cometeu o massacre, havia prometido fidelidade ao grupo Estado Islâmico (EI) durante o tiroteio.

Em nota divulgada nesta segunda-feira, o governador da Flórida, Rick Scott, relembrou a tragédia da boate, afirmando que, “ao longo do último ano, a comunidade de Orlando enfrentou desafios como nunca antes”.

“Peço a todos os cidadãos da Flórida que rezem pelas famílias das vítimas desse insensato ato de violência”, acrescentou, em alusão ao ataque de hoje.

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Falamos com Victor Pagliari Giro, mais conhecido como PC. Jogador que recentemente conquistou uma vaga no time titular do Orlando City, depois de passar por outros clubes dos Estados Unidos como o Fort Lauderdale Strikers e o Tampa Bay Rowdies. 

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  • PC você pode nos explicar o porque do apelido PC ?

– Bom, PC porque quando era garoto ainda, que jogava no Corinthians falavam que eu parecia outro jogador que o nome dele era Paulo César, aí como tinha essa semelhança minha com ele e até o jeito de jogar, canhoto a posição tudo, e aí começaram a me chamar de PC. E aí no começo eu até tentei mudar para deixar o meu nome mesmo, mas aí todo mundo começou a pegar PC, PC, PC… E aonde eu vou hoje, todo mundo me conhece como PC. Então hoje às vezes, quando me chamam pelo meu nome mesmo, até difícil eu atender, mas tranquilo, é um nome legal eu tô conseguindo levar bem.

  • Como é que se deu essa sua ascensão dentro do futebol americano, como é que você tá sentindo isso? Você acha que o mercado americano é um mercado interessante para para brasileiros que não tem espaço no Brasil, devido à concorrência, você acha que vale a pena investir aqui?

– Não só para brasileiros, mas como também para todo o jogador. Acho que o crescimento aqui no Estados Unidos está excelente, acho que em um futuro próximo vai estar uma liga brilhante. Já é uma liga muito boa, acho que com mais 3 ou 4 anos vai estar fantástica. Então acho que vale a pena sim, como tem muitos jogadores nomeados vindo para cá, como o Kaká, Schweinsteiger, entre outros. Então acho que tem tudo para para virar uma liga brilhante.

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