LeBron James desabafa: “Ser negro nos Estados Unidos é difícil”

Astro do Cleveland Cavaliers teve o portão de sua casa em Los Angeles pichada com insultos racistas dois dias antes do primeiro jogo das finais

Na última quarta-feira (05/31), um dia antes do primeiro jogo das finais da NBA, LeBron James teve sua propriedade pichada com insultos racistas. A casa do jogador do Cleveland Cavaliers em Los Angeles amanheceu com a palavra “nigga” escrita no portão. O termo em inglês tem cunho prejorativo historicamente utilizado contra afro-americanos.

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As autoridades classificaram o ocorrido como “crime de ódio” e as câmeras de segurança do local serão utilizadas para a investigação e identificação dos criminosos. Adquirida pelo craque em 2015, a casa não é utilizada como residência principal e de acordo com o site “TMZ”, LeBron James não estava presente no momento do ocorrido.

Em Oakland, a cerca de 600 km de Los Angeles, o astro do Cavaliers se encontra na preparação para o primeiro confronto final contra o Golden State Warriors. Após ser vítima de ato de racismo , LeBron não se calou diante do ocorrido.

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“Isso mostra como o racismo sempre será parte do mundo, parte da América. E, você sabe, ódio na América, especialmente contra afro-americanos, acontece todo dia. E por mais escondido que seja, mesmo que as pessoas se escondam, digam coisas sobre você e sorriam na sua frente, a vida é assim”, disse o camisa 23 da franquia de Cleveland . “Não importa quanto dinheiro você tenha, não importa o quão famoso você é… ser negro nos Estados Unidos é difícil”, completou.

Durante sua fala, o jogador ainda lembrou um caso dos anos 50. Emmett Till, um jovem negro americano assassinado aos 14 anos de idade. “Pensei logo na mãe de Emmett. Foi um das primeiras coisas que vieram na minha cabeça, e a razão pela qual ela exigiu que o caixão ficasse aberto era sua intenção em mostrar ao mundo o que o seu filho havia sofrido por um crime de ódio e por ser negro na América”, disse LeBron James.

Por Esporte – iG

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O diretor das categorias de base do Orlando City, fala sobre o que espera para o futuro da Academia. David Longwell explica as várias etapas que um atleta das categorias tem que ultrapassar, para conseguir chegar até o time profissional

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Na entrevista, perguntamos ao Diretor das Categorias de base do Orlando City, David Longweel, quais eram as expectativas do clube em relação ao futuro da Academia. Sobre os investimentos que estão sendo feitos e como é o processo para que um jogador da base chegue ao time principal do clube.

David respondeu:
– Já existe um bom projeto para isso no clube, nós tentamos levar jogadores para a Academia, da Academia eles vão para o time B do Orlando City e daí completam o processo chegando ao time da MLS.
Tem muito trabalho sendo feito por trás das cenas, o clube está investindo dinheiro pra tentar transformar nossa Academia em uma das melhores do país. E nós temos um objetivo de formar nossos próprios jogadores, nesse caso teremos jogadores mais novos no time principal.
Estou muito confiante que isso vai acontecer no futuro.

Apresentação: Ralf Furtado
Câmera: Karina Furtado

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