Jogadoras dos EUA entram com ação federal alegando discriminação salarial

Cinco destaques da seleção do país pedem maior valorização em relação ao time masculino sob reclamação de que geraram mais receita e mais resultados no futebol.

Jogadoras da seleção americana que representam colegas em ação por maiores salários (Foto: Facebook)

Jogadoras da seleção americana que representam colegas em ação por maiores salários

Cinco jogadoras da seleção americana de futebol entraram com uma queixa federal contra a Federação que comanda o esporte no país na Comissão de Oportunidades Iguais de Emprego. As atletas alegam que há discriminação salarial e, baseadas em dados da USSF (Federação Americana de Futebol), afirmam que no ano passado as mulheres receberam quatro vezes menos que os homens, apesar de terem gerado muito mais receita no futebol do país.

Carli Lloyd, Becky Sauerbrunn, Alex Morgan, Megan Rapinoe e Hope Solo foram as responsáveis pela ação e estiveram em seguida comentando o caso em um programa de TV nos Estados Unidos, o “Today” show. Lloyd lembrou que o momento é o correto para a reivindicação já que o grupo é o atual campeão mundial e está nos Jogos Olímpicos do Rio – o time americano masculino não assegurou vaga na disputa.

– Eu penso que a hora é correta. Eu acho que nós provamos nosso valor ao longo dos anos, apenas assegurando o título da Copa do Mundo. A disparidade salarial entre homens e mulheres é muito grande, e queremos continuar a lutar. A geração de jogadoras antes de nós lutou e queremos continuar a luta – afirmou Lloyd durante o programa.

O “Washington Post” comparou, por exemplo, os valores dados pela Fifa aos campeões das Copas feminina e masculina. A Alemanha, vencedora em 2014 no Brasil, assegurou 35 milhões de dólares (cerca de R$ 126 milhões). O valor chegou a esse total, pois cada classificação dentro do Mundial valia um valor a mais desde o avanço da fase de grupos para as oitavas. No Mundial feminino, segundo o “New York Daily News”, a premiação só foi dada para quarto, terceiro, segundo e primeiro lugares. As campeãs receberam 1,8 milhão de dólares (R$ 6,5 milhões).
– Estamos comprometidos em negociar um novo acordo coletivo de trabalho (CBA), que entre em acordo com a Associação de Jogadoras em relação à remuneração e que entre em vigor assim que o CBA atual expirar, no final deste ano. A US Soccer seguirá sendo uma defensora no cenário do futebol mundial para influenciar e desenvolver o futebol feminino e evoluir para um modelo de compensação da Fifa – declarou em comunicado a federação americana.

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