Ex-jogador da NFL culpa futebol americano por demência, Alzheimer e Parkinson

O ex-linebacker do NY Jets, Mark Gastineau, foi diagnosticado com três doenças mentais e acusou práticas do futebol americano como responsáveis

O ex-jogador do New York Jets, Mark Gastineau, atribuiu as doenças mentais que adquiriu à sua carreira no futebol americano. “Quando meus resultados chegaram, eu tinha demência, Alzheimer e Parkinson”, disse o linebacker à rádio norte-americana WOR. Durante os dez anos na NFL, todos eles foram com a camisa do time de Nova York.

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Gastineau foi diagnosticado há um ano e ele culpa o “tackling”, movimento de derrubar o adversário no chão, como responsável. Comum no futebol americano, o ex-jogador chamou a prática de “perturbadora”, mas espera que sirva como um aviso para jovens jogadores e treinadores.
O ídolo do Jets declarou que quando um jogador se chocava contra o outro, os barulhos eram semelhantes ao de um tiro de espingarda. Hoje, aos 60 anos, o norte-americano tenta fazer de si mesmo um exemplo para os pais de jovens atletas.

Embaixador da Federação Nacional de Futebol dos Estados Unidos, ele defende o projeto “Heads Up Football”, atenção futebol, na tradução livre para o português. O programa busca promover e aumentar a segurança do esporte. “Eu nunca deixaria meu filho jogar sem o “Heads Up Football”. De maneira alguma neste mundo. Você não pode esperar que seu não filho se machuque sem este plano”, afirmou.
“Eu não vou dizer que eu não vou deixar meu filho jogar quando eu sei que há técnicas corretas lá fora que se eu as tivesse tido, eu não teria os resultados que eu tenho agora”, disse Gastineau. “Eu não quero que minha saúde ofusque o programa, apenas que seja um comunicado para que os pais coloquem seus filhos em lugares seguros no esporte”, continuou.

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Vale ressaltar que antes de entrar para o futebol americano, Mark Gastineau lutava boxe, fato que pode ter sido agravante em suas atuais doenças mentais. “Eu sou muito feliz por todas as experiências que passei na NFL”, declarou. O ex-jogador ainda afirmou que “não trocaria por nada” os momentos na liga.

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