Entenda como os Estados Unidos estão virando o país do futebol

Não estamos falando de futebol americano – e sim do nosso bom e velho soccer; saiba como os gringos estão se envolvendo no esporte


Ao lado de Flavio Augusto Kaká é apresentado ao público em festa em Orlando

Sessenta e duas mil, 358 pessoas abarrotavam o Citrus Bowl naquele domingo de sol, dia 7 de março. As arquibancadas do estádio, construído em 1936, em Orlando, na Flórida, estavam tomadas de vibrantes torcedores. O adjetivo vale não só para a animação do público, mas também para a cor das camisetas que a maioria usava – o roxo “alô você” do Orlando City FC. Era a estreia do time na MLS, a Major League Soccer, liga que equivalente à primeira divisão do futebol brasileiro. E era a estreia de Kaká, a grande estrela da equipe – e também uma das maiores do soccer no país do football. Sim, os Estados Unidos continuam sendo a nação em que futebol se joga com a mão. Mas isso está mudando.
Uma nova febre começa a se espalhar por lá. De New England à Florida, da Filadélfia a Los Angeles, de Portland a Nova York, o país está cada vez mais se rendendo à bola no pé. E a presença maciça de torcedores no primeiro jogo do Orlando City é só uma pequena mostra disso. O fenômeno começou a ser visível na Copa do Mundo do ano passado. Em 22 de junho, o empate entre os EUA e Portugal teve, apenas na ESPN, uma das duas TVs que transmitiram o Mundial lá, audiência de 18,2 milhões de pessoas (ao todo, nas duas transmissoras, foram 25,2 milhões de espectadores) – maior que as finais da queridinha NBA daquele ano (assistidas por 15,5 milhões de pessoas) na emissora. E o que dizer das fotos do presidente Barack Obama vendo a derrota por 1 a 0 de sua seleção para a Alemanha no meio de um voo no Air Force One, o Jumbo presidencial? E das multidões gigantescas que lotavam os eventos organizados para que os torcedores assistissem às partidas?
Foi quando, provavelmente, nós nos demos conta de que algo acontecia por lá. Mas teve gente que anteviu o processo. Caso do empresário brasileiro Flávio Augusto da Silva. O carioca fez fortuna com a rede de escolas de inglês Wise Up, vendida em 2013 para o Grupo Abril por R$ 877 milhões. Na época, ele morava em Orlando e brinca que virou o motorista de um dos filhos, que jogava futebol, levando-o para os diversos campeonatos dos quais seu time participava. “Percebi que havia muita gente interessada no esporte. Fiquei intrigado com o potencial daquilo e encomendei uma pesquisa sobre futebol nos Estados Unidos”, conta. Os números impressionaram Flávio: mostravam que 24 milhões de jovens até 17 anos praticavam soccer, e que 70 milhões de pessoas acompanhavam regularmente as partidas da liga nacional.


Grandes contratações elevaram o nome da liga MLS a nível mundial

“Logo no dia em que nos conhecemos, há cerca de três anos, ele me falou sobre como o futebol estava evoluído nos Estados Unidos sem que a gente aqui tivesse se dado conta”, conta Alexandre Leitão, na época presidente do escritório brasileiro da Octagon Sports Marketing, empresa de marketing esportivo contratada por Flávio para ajudar a pensar a parte estratégica da Wise Up como uma das patrocinadoras da Copa do Mundo. “Dias depois, ele me pediu para investigar o que era necessário para investir em futebol por lá. Fiz uma pesquisa ampla e ele me disse que estava interessado em comprar um time.” Uma das equipes que ainda não faziam parte da MLS era justamente a da cidade de Flávio, o Orlando City. Ele entrou em contato com Phil Rawlins, proprietário da equipe na época, que já vinha negociando com a liga. “Sentamos com Phil e o Flávio sempre fala de negócios com um papel na mão, rabiscando. Ele começou a escrever, mostrar como faria as coisas, uma linha do tempo. Phil virou o mesmo papel e também começou a rabiscar. Os dois levantaram, apertaram as mãos e selaram o acordo”, conta Alexandre, que hoje é o CEO do Orlando City – e guarda esse papel com ele. “A princípio, todo mundo suspeitou. Havia vários outros investimentos de retorno mais certo do que comprar um time de futebol nos Estados Unidos. Mas hoje as pessoas estão muito interessadas em ouvir. Não somos mais os malucos. Sempre soube que o dia em que o maior mercado consumidor do mundo se encontrasse com o maior esporte do mundo, o negócio seria gigantesco.”
Em dezembro, o ex-jogador Ronaldo Nazário tornou-se sócio-proprietário da equipe, embora não tenha divulgado quanto investiu
Flávio virou o primeiro brasileiro a ser proprietário de uma equipe de futebol nos EUA. Pagou por ela 110 milhões de dólares. Mas o Orlando City ainda era um time da USL Pro, uma liga menor, e tinha que ser transformado em um clube grande. O processo para ser aceito na MLS envolve, entre outras exigências, dinheiro (o proprietário do time tem que virar sócio da liga) e política (um dos requisitos era a equipe construir um estádio, o que demanda investimento público). Em novembro de 2013, o time foi aceito na Major League Soccer. O novo estádio, que deve ficar pronto ano que vem, vai integrar a rota turística de Orlando e está orçado em 84 milhões de dólares – 30 milhões dos quais serão pagos pelo time.
O pulo do gato para dar mais visibilidade ao clube veio com a contratação de Ricardo Izecson dos Santos Leite – ou Kaká. “Ele fez uma diferença muito grande não só para a gente, mas para a liga”, diz Alexandre Leitão. “Já o conhecíamos desde a época em que ele foi garoto-propaganda da Wise Up. Ficamos amigos”, lembra Flávio Augusto. “Quando o processo da MLS avançou, pensamos em algum atleta que poderia entregar não só dentro de campo, mas também fora. Ele tinha que ter a ver com os valores do time. O nome de Kaká veio naturalmente. Mas foi um processo de convencimento até que ele achou que poderia ser um novo estágio na vida e na carreira dele e aceitou vir”, conta o CEO do Orlando City.
O dono do clube foi o primeiro, mas não o único brasileiro a acreditar no potencial do esporte por lá. No ano passado, os empresários Paulo Cesso, Rafael Bertani e Ricardo Geromel adquiriram o Fort Lauderdale Strikers, também do estado da Flórida. Em dezembro, o ex-jogador Ronaldo Nazário tornou-se sócio-proprietário da equipe, embora não tenha divulgado quanto investiu. O time não é parte da MLS, e sim da NASL (North American Soccer League) – liga que, segundo Ronaldo disse na época, “irá desempenhar um papel fundamental na ascensão do futebol profissional aqui”. A equipe levou Léo Moura para jogar.
Outro empresário daqui, Wilton Colle, presidente da Midway International Labs, fabricante de suplementos alimentares, é pioneiro na iniciativa de patrocinar uma equipe americana de soccer. E, mais uma vez, Kaká tem a ver com isso. Desde o início desta temporada, a marca Midway está associada ao Orlando City – o contrato tem dois anos. “Criamos uma linha em parceria com o Kaká, a Kaká Sports Edition. Como vamos lançá-la simultaneamente na Europa, EUA e Brasil, nada mais interessante do que estar no time dele”, conta Wilton. “O americano pegou o gosto pelo futebol. Os pais levam as crianças para aprender o esporte porque ele não é tão bruto quanto o futebol americano. Esporte, quando é feito nos Estados Unidos, é pra valer, bem organizado. Você sabe que vai ter retorno, lá não tem esquema. Investimos com vontade.” Mês passado, a Gol Linhas Aéreas também anunciou apoio ao time.

USA, entende? (Créditos: Cesar Barroso)
USA, entende? (Créditos: Cesar Barroso)


Nomes de peso


A Major League Soccer não nasceu ontem – e sim há 20 anos. “Ela vem crescendo desde que surgiu, em 1996”, diz o ex-jogador da seleção americana e atual vice-presidente de competição da liga Jeff Agoos. “Temos agora 20 times, com Atlanta, Los Angeles e Minnesota se juntando a nós nos próximos anos. Enquanto nossos clubes originais eram adquiridos por 5 milhões de dólares, hoje há pagamentos de mais de 100 milhões de dólares para novas equipes entrarem na liga.” Jeff Agoos diz que houve muito investimento em infraestrutura. “Temos orgulho que este ano, em San José, inauguramos nosso 15º estádio moderno pensando em futebol. O novo estádio do Orlando está programado para abrir em 2016 e vários outros estão planejados. Também estamos tendo uma cobertura local, nacional e internacional sem precedentes, com novos acordos aqui nos EUA e acordos adicionais internacionais com enormes redes de TV como Globosat no Brasil, Sky Sports no Reino Unido e Eurosport na Europa.”
Esta não é, no entanto, a primeira vez que se acredita que o futebol dos Estados Unidos vá decolar. Na década de 1970, o New York Cosmos (do grupo Warner) montou uma verdadeira seleção com grandes craques do futebol mundial com a ideia de popularizar o esporte. Jogavam lá Pelé, Carlos Alberto, Beckenbauer e Chinaglia. Em 1977, 77 691 pessoas entupiram o estádio da equipe para vê-la contra o Fort Laurderdale Strikers. No entanto, depois de cinco títulos, em 1984, o clube fechou as portas. Só em 2009 ele voltou à ativa. O que aconteceu naquela época? Por que o futebol não deslanchou? Jeff Agoos responde: “De forma simples, estamos em tempos diferentes. Nosso país mudou nos últimos 40 anos. Hoje vemos todas aquelas crianças que jogavam futebol crescidas e fãs do esporte. Com o advento de novas tecnologias e a cobertura de mídias sociais da MLS e outras ligas do mundo, o esporte é quase onipresente – e era muito difícil achar futebol para assistir na TV entre 1970 e 1980”.


“Nos anos 2000, o primeiro grande craque a ir para a MLS foi o inglês David Beckham, que integrou o LA Galaxy em 2007 (hoje, ele é cartola: comprou o Miami e quer entrar para a MLS)”


Segundo Marcos Sergio Silva, editor da PLACAR, a criação da MLS foi também uma justificativa para os altos investimentos da Copa do Mundo de 1994 dos EUA. “Existia uma regra de a liga ser proprietária dos clubes, o que mudou com o tempo – aí entram os sócios-proprietários”, afirma. A MLS barra investimentos milionários para o campeonato seguir competitivo. “Para uma liga ainda em processo de consolidação, acho bem pertinente. A queda da NASL está meio associada a isso: investimentos vultuosos, sobretudo pelo Cosmos, que culminaram com a falta de competitividade entre os times – houve até uma tentativa, com investimento no Los Angeles Aztecs, justamente para fazer frente ao protagonismo de Nova York, e levaram até o George Best –, e, depois, com a falta de dinheiro.”
A estratégia de marketing de contratar nomes de peso não parou. Nos anos 2000, o primeiro grande craque a ir para a MLS foi o inglês David Beckham, que integrou o LA Galaxy em 2007 (hoje, ele é cartola: comprou o Miami e quer entrar para a MLS). Depois, o campeão mundial Thierry Henry foi para o New York Red Bulls. Em 2014, o goleiro Julio César, ex-seleção brasileira, começou no Toronto – a MLS tem três clubes canadenses. Este ano, além de Kaká, a liga ganhou o inglês Frank Lampard (por enquanto emprestado para o Manchester City) e o espanhol David Villa, contratados pelo New York City, time comprado pelo City Group (grupo que conta, além do Manchester, com o Yokohama Marinos e o Melbourne City) e que também estreou em 2015 na liga.
Desta vez, parece que os fãs abraçaram de vez o esporte. “Com uma média de 22 mil pessoas por jogo na temporada passada, a MLS é hoje uma das dez ligas do mundo com mais público. Nos Estados Unidos e Canadá, essa média é maior do que dos jogos da NBA e de hóquei”, conta Jeff Agoos. O mercado, segundo o cartola, conhece atualmente mais sobre o esporte. “Em qualquer dia da semana, você pode ver algum jogo de futebol ao vivo em alguma parte do mundo por meio de diversas emissoras em múltiplas plataformas.” A comunidade hispânica dos EUA teve papel essencial no crescimento do esporte: hoje, compõe cerca de 30% da base de fãs da MLS. “Os torcedores são uma representação de nosso país, uma mistura de fãs de todas as origens – com uma forte influência dos millennials”, diz, referindo-se à geração nascida entre 1980 e 2000.

Os Estados Unidos viraram definitivamente destino de grandes jogadores


Planejmento a longo prazo


O negócio do futebol no país é, claro, sustentado por um planejamento estratégico – como bem convém aos americanos. Ele é baseado na NBA e na NFL, as gigantescas e poderosíssimas ligas de basquete e futebol americano, e conta com investimentos polpudos do governo e de empresas estrangeiras. “Criamos um modelo que é muito viável e cobiçado por várias das maiores ligas do mundo todo”, diz Jeff. Esse modelo consiste em uma organização com grupos proprietários sólidos, comprometidos com uma visão a longo prazo. “Nosso objetivo é ser uma das maiores ligas do mundo por volta de 2022.” A medição do sucesso da MLS para alcançar a meta é baseada em quatro critérios: qualidade do jogo, paixão dos fãs, valor do negócio e relevância dos times em suas comunidades.
Alguns, como a paixão dos fãs, já são bem palpáveis. Ou o valor do negócio. Quando a liga foi criada, em 1996, não havia espaço para partidas na TV dos Estados Unidos. “Na verdade, nós pagávamos para a ESPN e outras emissoras para transmitirem nossos jogos”, revela Jeff Agoos. “Hoje, temos um acordo multimilionário com ESPN, Fox e Univision aqui, TSN e RDS no Canadá e várias outras ao redor do mundo.” O contrato americano que ele menciona vale por oito temporadas, adquiridas por 1,3 bilhão de dólares. A previsão é de que, quando ele vencer, seja renovado por 600 milhões de dólares ao ano.

O interesse dos brasileiros pela liga também cresceu bastante – tanto por causa do dono brasileiro do Orlando City e de Kaká quanto pelo fato de mais de 15 brasileiros jogarem lá, incluindo Juninho, ex-sub 20 do São Paulo, tricampeão da Copa MLS pelo LA Galaxy. “A liga tem hoje grandes figuras do futebol mundial. E lá pode ser o local em que vão desembarcar jogadores que já passam de uma certa idade e que chamam a atenção da mídia e do mercado que, quando olham para lá, acabam descobrindo outros jogadores”, afirma João Palomino, diretor de jornalismo e produção da ESPN no Brasil, primeira a transmitir os jogos da MLS aqui. “É um processo lento. A tendência é outros brasileiros seguirem esse caminho e o campeonato passar a ser ainda mais atrativo para o nosso público.”


Qualidade técnica


Um dos itens de medição do sucesso da MLS, no entanto, está ainda aquém do padrão americano de qualidade: o nível técnico das partidas. “Isso ainda é muito insipiente, muito fraco”, diz Palomino. “A liga carece de mais jogadores. É preciso elevar o nível técnico. Você vê jogos de muita trombada, com erros primários.” De fato, há mais partidas medíocres do que boas. A média de gols nas rodadas costuma ser menor que dois por jogo. E são comum empates de 0 a 0 – há, no geral, três por rodada, tipo de coisa que costuma desagradar ao público de lá, que, fã de basquete e de futebol americano, gosta de ver o placar se mexendo. Muito da baixa qualidade técnica se deve aos quase 50% de americanos que compõem a liga – a outra metade é composta de estrangeiros e canadenses.
Isso, porém, se resolve, segundo João Palomino. “A MLS teve uma atitude muito inteligente: estabelecer níveis salariais. Há jogadores que têm autorização para rentabilizar conforme conseguirem, com publicidade, por exemplo. Muitos ficaram animados a ir para lá. Fora que essas faixas salariais vão sendo elevadas. Hoje eles têm um nível de jogador. À medida que essa faixa salarial vai aumentando, eles levam outros jogadores e conseguem melhorar a qualidade do futebol.”
O jornalista se refere aos designated players, jogadores autorizados a ganhar mais do que o teto. A liga estabelece um limite de salário de até 436,2 mil dólares ao ano por atleta. Cada time tem até 28 jogadores, sendo que 20 são principais e oito, suplementares. Este teto é para os principais. Os demais ganham no mínimo 60 mil dólares anuais. Há apenas dois designated por time – categoria na qual Kaká e seus 7,17 milhões de dólares por ano se encaixam. Embora a faixa salarial seja inferior à das grandes ligas, muito jogador está olhando com cobiça para a MLS. “Um grande atleta brasileiro com quem conversei faz pouco tempo me disse que esses benefícios o fazem pensar em ir para lá”, conta Palomino, sem revelar nomes. Não é só a possibilidade de ganhar dinheiro e ajudar um esporte a crescer no maior mercado mundial – o que, pensando a longo prazo, é extremamente vantajoso – que fazem os olhos de vários boleiros brilharem. A qualidade de vida oferecida pelas cidades americanas atrai tanto jogadores mais velhos, que querem sossego para suas famílias, quanto jovens que não têm oportunidade em seu país.


Uma das maiores estrelas do futebol mundial, aliás, já anunciou seus planos de ir para os Estados Unidos. Cristiano Ronaldo, astro-rei do Real Madrid e eleito este ano pela terceira vez o melhor jogador do mundo, decidiu, segundo a revista Sports Illustrated, encerrar sua carreira em Los Angeles a partir de 2018, quando termina seu contrato com o clube espanhol


O português pode ir para o Los Angeles Galaxy ou o Los Angeles Football Club, que deve ingressar na MLS no mesmo ano. Gente como CR7 não entra em campo para perder. Prova de que o soccer ainda vai ser grande nos Estados Unidos.


Entenda as ligas


São três as principais franquias de futebol nos EUA

Não há no futebol nos EUA nossa tradicional classificação por divisões. Existe, sim, várias ligas, organizadas por importância – quanto elas valem, quanto atraem de público e de patrocínio e salários dos atletas são alguns dos elementos levados em conta para criar essa hierarquia. Assim, a Major League Soccer é de longe a principal. É do campeonato da MLS que saem três das quatro vagas dos EUA na Liga dos Campeões da Concacaf. Para participar dela, segundo a imprensa americana, um clube precisa investir 100 milhões de dólares (os valores crescem ano a ano).
A United Soccer League, fundada em 2010, tem uma relação próxima com a MLS – participam da USL os segundo times de várias franquias da Major League.
Apesar disso, a North Americam Soccer League, ressuscitada em 2011 (depois de ter encerrado suas atividades em 1984), tem mais visibilidade e é considerada a segunda liga do país. Foi pela NASL que jogaram Pelé e Beckenbauer. Para ingressar nela, a equipe deve investir 1,5 milhão de dólares.

Os maiores salários anuais desta temporada da MLS

  • US$ 7,17 milhões
    Kaká (Orlando City)
  • US$ 6,7 milhões
    Clint Dempsey (Seattle Sounders)
  • U S$ 6,5 milhões
    Michael Bradley (Toronto FC)
  • US$ 4,5 milhões
    Robbie Keane (Los Angeles Galaxy)
  • US$ 3,2 milhões
    Jermaine Jones (New England Revolution)
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