E a maior revelação da MLS de 2015 é…

Dos que em 2015 demonstraram potencial, cinco se destacam. De Fabián Castillo a Cyle Larin, apresentamos alguns jogadores com grande potencial.

Numa Liga com mais de 500 jogadores, com representação de mais de 50 nacionalidades e onde mais de 50% são norte-americanos – Argentina e Inglaterra são as nações estrangeiras mais representadas – então é normal encontrar cada vez mais talento.

E o melhor jovem da MLS é... - Futebol

Cyle Larin marcou seu quarto gol na temporada, igualando a marca de Kaká.

 

Dos jovens que mais se destacaram, e um dos principais desse grupo aparece Cyle Larin, de 20 anos, atacante do Orlando City. Foi o primeiro canadense a ser o primeiro escolhido no Draft, já marcou 17 gols na MLS – recorde para um jogador de primeiro ano – e parece bem provável que leve o prêmio de “rookie” da temporada. A temporada de Larin só não será perfeita, porque apesar do bom desempenho individual, Orlando não jogará os playoffs. Fica a sensação de dever cumprido e a honra de ouvir muitos analistas colocarem a seguinte questão: estaremos perante o melhor “rookie” nestes 20 anos de MLS?

CASTILLO: O CORINGA DE DALLAS RUMO AO TÍTULO?

Os olhos do clube inglês Swansea estão virados para Fabian Castillo

Outro dos mais destacados é Fabián Castillo, meia do FC Dallas. A temporada do colombiano foi premiada com a primeira naturalização durante a jornada de preparação para o Mundial de 2018, mas aparentemente outros virão. Formado no Deportivo de Cali, chegou à MLS com 18 anos. Agora, aos 23, o talento pode levá-lo para longe do Texas, já se tem notícias que deram conta do interesse do Swansea querer recrutar o jogador para a Premier League. Fundamental na temporada pelo Dallas, Castillo tem 9 golos e 9 assistências, é o jogador que mais participação da equipe e poderá continuar a fazê-lo nos playoffs, onde os texanos serão cabeças-de-chave na Conferência Oeste.

O CRAQUE DO GALAXY COM RAÍZES LUSITANAS

Pela forma de jogar deste meia ofensivo, Sebastian Lletget mostra que é filho de argentinos

Da Inglaterra chegam cada vez mais jogadores para a MLS e um deles foi Sebastian Lletget, que em maio trocou o West Ham United pelo LA Galaxy. O meia ofensivo de 22 anos fez quase toda a sua formação em Londres, onde chegou em 2009 procedente do Santa Clara Sporting, clube de San Francisco fundado pela comunidade portuguesa na zona do norte da Califórnia.

De resto as raízes latinas estão bem vincadas na forma de jogar deste meia ofensivo mostrando que Lletget é filho de argentinos. Desde que regressou aos Estados Unidos e marcou na estreia pelo Galaxy, os números provam sua fama de craque: 19 jogos, 7 golos e 2 assistências. É internacional sub17, 20 e 23 e é uma questão de tempo até o californiano chegar à seleção principal dos Estados Unidos.

POKU: O “SUPER SUB” DO CITY

Kwadwo Poku celebrates his goal for New York City FC

Kwadwo Poku celebra o gol pelo New York City FC

Para o futuro vale o que vale, mas fica uma curiosidade: Poku formou-se nas escola ee Gana do Asante Kotoko, de onde saíram craques como Tony Yeboah (Eintracht Frankfurt, Leeds United e Hamburgo), Samuel Kuffour (Bayern Munique) e o meia Emmanuel Agyemang-Badu (Udinese). Um dos reservas mais rentáveis da momento está no New York City FC: Kwadwo Poku tem preenchido o meio-campo e aos 23 anos e está se tornando um dos favoritos do Yankee Stadium. A história de Poku é como a de tantos outros jovens que saíram do Gana à procura de se entrarem no sistema universitário americano; dificuldades burocráticas impediram esse sonho e foi aí que apareceu a hipótese de jogar pelo Georgia Revolution, que disputa a NPSL (4ª divisão). Após três temporadas, foi achado pelo veterano americano Eric Wynalda, e finalmente chegou a Nova Iorque, onde ganhou o apelido de “super sub”, isto é, um suplente de luxo: dos 27 jogos em que participou, só foi titular em 6, no entanto, marcou 4 golos e fez 6 assistências.

SEGURANÇA DOS RED BULLS CHAMA-SE MIAZGA

O New York Red Bulls está analisando proposta para Matt Miazga trocar a America pela Europa.

Em termos defensivos o talento não é tão abundante, pelo que escolher o central Matt Miazga torna-se quase uma (positiva) obrigação. Os Red Bulls têm um diamante bruto que precisa desenvolver, Miazga tem “pedigree” e condições físicas (mede 1,93) que o podem tornar num dos grandes meio-campo do futebol mundial. No Mundial sub20 o que fez com os Estados Unidos foi soberbo, parando nos quartos-de-final contra a eventual campeã Sérvia.

Miazga, um jovem de New Jersey começou na base dos Red Bulls, foi titular em 24 dos 26 jogos na MLS este ano, virou titular absoluto, contribuindo para a defesa menos vazada da Conferência Leste.

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